Os Travel Storytellers chegaram à Europa! 😀

Nossa primeira parada foi a capital da Holanda, Amsterdã. E foi uma paradinha mesmo: tivemos menos de oito horas para curtir a cidade. Sendo assim, se você também terá uma passagem rápida por lá, esse post é para você!

A viagem começa já no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Visitar a Holanda viajando por uma companhia holandesa – no caso, a KLM – já faz com que você entre no clima antes mesmo de chegar a solo europeu. Foi nosso primeiro voo com eles e gostamos bastante dos aviões e do serviço de bordo (pausa para suspirar lembrando do pavê de stroopwaffles servido de sobremesa).

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Chegando ao aeroporto Schiphol é muito simples ir até o centro de Amsterdã; basta pegar o trem. A passagem até a Centraal Station custa 5,20 euros e pode ser comprada nos totens no saguão principal do aeroporto. A plataforma de onde sai o trem é a número 1; parece óbvio, mas nós quase embarcamos no trem errado achando que estávamos na plataforma certa, só que não.

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Saindo da estação, você dá de cara com um bicicletário enorme. A bike é o meio de transporte mais comum na cidade, que é cortada por canais tanto quanto é por ciclofaixas. Se você curte, vale alugar uma para conhecer a cidade. Contudo, como estava ora garoando, ora chovendo, e também porque a Carol não sabe não gosta de andar de bicicleta, fomos a pé mesmo, o que é bem possível, já que a cidade é bem plana.

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As ruas do centro de Amsterdã já estavam decoradas para o Natal. Por ali, você encontra lojas diversas, de roupas à queijos. Dica do Leo: experimente os queijos holandeses. O país é reconhecido internacionalmente pela sua produção de queijos que, dizem as lendas, começou há milhares de anos atrás. Prove alguns; você vai nos agradecer depois 😉

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Seguimos para a casa de Anne Frank, o esconderijo onde a jovem e sua família ficaram alojados durante a Segunda Guerra Mundial. É possível comprar ingressos para entrar no dia, mas recomendamos que você compre com antecedência pelo site do museu. Garantimos o nosso dois meses antes e foi uma boa decisão, já que não precisamos pegar uma fila imensa embaixo de chuva para entrar.

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As escadas íngremes que levam a cada cômodo do Anexo Secreto, bem como as janelas lacradas e alguns poucos móveis, dão o tom de como era a vida de Anne ali. É impossível não falar baixo inconscientemente, como ela falava durante o dia, para não levantar suspeitas de quem estava no andar de baixo. Ao final, um vídeo com o pai de Anne, Otto, o único que sobreviveu aos campos de concentração e voltou ao esconderijo. Foi ele quem publicou o diário da filha, que se tornou um dos livros essenciais para quem busca entender o lado humano da guerra.

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A chuva não parava lá fora. De cachecol no pescoço e um pouco mais aquecidos depois de um chocolate quente no café da Casa de Anne Frank, seguimos nosso passeio, admirando os canais – e suas casas-barco! – a arquitetura e as folhas das árvores, pintadas com cores de outono.

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Nossa próxima parada foi um dos pontos clássicos da capital holandesa: o letreiro I Amsterdam. É preciso tirar pelo menos uma foto em frente a ele! Para encontrá-lo, vá até a entrada do Rijksmuseum, o museu nacional holandês. Não conseguimos visitar, mas ele possui um acervo bem completo de artistas da Holanda. Acho que vamos precisar voltar, não é mesmo?

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Voltando ao letreiro: ele fica na Museumplein, a praça em frente ao museu. Cada uma das letras tem 2 metros de altura; a frase completa tem 23,5 metros de comprimento. Ou seja, já deu pra perceber que vai ser bem difícil tirar uma foto sozinha por ali, certo? Sem problemas, afinal, quem está debaixo de chuva é para se molhar.

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E ainda molhados retornamos à Centraal Station para pegar o trem de volta ao aeroporto Schiphol. Foi o nosso momento de dar tchau para a Holanda, agradecer por ela ter nos acolhido logo no início da nossa aventura europeia e partir rumo ao próximo destino. Você vem com a gente?

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One thought on “#28 – Amsterdã

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