Nós amamos pesquisar e planejar nossas viagens pela internet ou com a ajuda de aplicativos. Porém, chega um momento em que precisamos de preto no branco. De mapas em tamanho um pouco maior do que o do celular. Ou até para descobrir uma curiosidade sobre determinado local que estamos visitando. Em casos como esse, só o guia de viagem salva.

Por isso sempre levamos um na mala – de mão, hein? Afinal você pode precisar dele assim que chegar ao destino. Em busca do melhor guia, podemos passar horas na livraria. Por isso, para facilitar a sua vida, testamos quatro guias diferentes do mesmo destino (Amsterdã ❤ ) para você escolher o seu sem medo de errar, de acordo com a sua necessidade. Eis os selecionados:

– O mais confuso: Marco Polo. Sabe aquelas revistas de bairro que você não entende onde uma coisa começa e outra termina? É esse guia. Além disso, os mapas nos deixaram ainda mais confusos. Um guia que leva a sério o conceito de “deixar-se perder pela cidade”.

– O mais criativo: Lonely Planet Make My Day. Os guias tradicionais da Lonely Planet são excelentes, mas esse modelo em especial é muito divertido. Com páginas divididas em três partes, ele sempre sugere três atividades, manhã, tarde e noite, para você escolher ou personalizar seu roteiro. Apenas sensacional!

– O mais completo: Eyewitness/Publifolha. São guias bem maiores e repletos de informações e curiosidades, daquelas que te dão vontade de ir conferir se as suas passagens de ida não são para hoje. Você vai conhecer cada detalhe dos principais pontos turísticos e alguns segredos escondidos. Mas tem um porém: tanta informação assim pesa. Evite carregá-lo com você – se possível, use-o apenas em casa, durante a fase de planejamento.

– O melhor para pais: Publifolha. Essa coleção “para a família” é sensacional. Ela divide a cidade em bairros e indica, além dos pontos turísticos essenciais, os locais que oferecem atividades bacanas para as crianças. Ele acompanha mapa e caderno de atividades destacável, para entreter os pequenos. Mesmo não tendo filhos, esse foi o guia que usamos em Amsterdã (em Berlim também), por ser prático, interessante e compacto – cabia na menor das bolsas da Carol.

– Selo TS de qualidade suprema: Lonely Planet Pocket. Como já dissemos, são os melhores na nossa opinião. Contudo, apesar de serem um pouco mais leves que os da Publifolha por não terem capa dura, não são práticos para levar na mala (a Carol viajou mais de 8.000 quilômetros pela Argentina com o dela. Acreditem, não é fácil). Por isso a versão pocket é perfeita: a melhor informação, do tamanho que cabe na bolsa. Vale o investimento!

De qual guia de viagem você gostou mais? E quais dicas está querendo ver por aqui? Comente!

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