Sabemos que a simples menção do nome deste parque, que é “apenas” o maior da América Latina, te fará ficar com sua música-tema na cabeça. Por isso, dê o play abaixo e siga sua leitura com a trilha sonora que esse post merece!

Bom, agora podemos seguir nossa viagem até Penha, município no litoral de Santa Catarina. Fomos de carro de Florianópolis até lá, o que dá menos de duas horas de viagem. Muita gente também se hospeda em Balneário Camboriú, que fica a mais ou menos meia hora de distância do parque, também indo de carro. Chegando lá, deixamos o carro no estacionamento (R$ 45, e eles só aceitam dinheiro, então não se esqueça de levar!) e começamos a explorar esse mundo mágico.

A entrada do parque já é um espetáculo à parte: o castelo multicolorido é ponto de parada obrigatória para fotos, bem como a estátua dourada de Beto Carrero. O criador do parque, que faleceu em 2008, sempre gostou de parques de diversão. Ele costumava contar que ajudava na montagem e desmontagem de parques itinerantes em Santa Catarina, em troca de ingressos. Uma viagem para Orlando, onde conheceu os parques da Disney, fez com que nascesse o desejo de criar um parque temático tão incrível quanto aqueles no Brasil. E ele conseguiu: recentemente, o site TripAdvisor divulgou a lista dos parques de diversão mais amados por seus usuários e o Beto Carrero World aparece na sétima posição, à frente de alguns parques temáticos de Orlando.

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Uma vez dentro do parque, a melhor coisa a fazer é garantir um mapa; o lugar é enorme, então é importante planejar a sua visita da melhor forma. Começamos nosso passeio pela parte infantil, que tem o apoio da Marisol (Lilica Ripilica e Tigor T. Tigre) e na Vila Germânica, que foi a primeira parte do parque a ser aberta, em 1991. Ali você encontra casinhas típicas das colônias alemãs, alguns restaurantes e a praça central, onde acontecem shows temáticos.

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Seguimos para a Ilha dos Piratas, onde é possível entrar na caverna do tesouro, brincar no barco viking e também ir à Casa dos Espelhos, que sempre rende, no mínimo, boas risadas. Depois voltamos e atravessamos o parque até a área onde ficam os brinquedos mais radicais e as montanhas-russas. O objetivo era encarar as duas do parque, a Fire Whip e a Star Mountain.

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Carol: “Eu tenho pavor de montanhas-russas. Ok, não é bem pavor, mas não é uma situação em que eu pense ‘uhu, que legal, vamos lá!’. Eu fico sempre com receio. Durante o percurso até a Fire Whip e as quase duas horas de fila, eu já estava, no fundo, em uma montanha-russa. De emoções. Vou da coragem extrema (‘vai ser bacana! Olha lá que legal!’) ao medo profundo (‘olha a cara das pessoas quando elas chegam de volta! Você viu quantas vezes esse negócio vira de ponta-cabeça? Eu não gosto de virar de ponta-cabeça!’). Quando chega a nossa vez, é a hora que não tem mais jeito de adiar. Sentada no banco, proteção travada. Agora não tem mais o que fazer a não ser subir, descer, gritar e, quando tudo acaba, pensar ‘eu REALMENTE fui nesse brinquedo?! Que demais!’ Aí a segunda montanha-russa fica mais fácil de encarar. Mais fácil, não fácil demais”.

A Fire Whip é a principal montanha-russa do parque; ela foi a primeira montanha-russa invertida do Brasil, ou seja, aqui você não vai em carrinhos, o assento é preso por cima e você vai com as pernas soltas. Tem aproximadamente 40 metros de altura, cinco inversões ao longo do percurso e pode chegar a uma velocidade de 100 km/h na primeira descida. Se é para perder o medo de ir nos brinquedos mais radicais, é uma boa começar por ela. Depois, vale experimentar o Fire Burguer, na saída.

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Depois seguimos para a outra montanha-russa do Beto Carrero World, a Star Mountain. Ela foi importada da Holanda e é uma das principais atrações do parque. Tem 35 metros de altura, chega à 90 km/h na primeira descida e conta com dois loopings. Sua fila costuma estar menor do que a da Fire Whip, então, se quiser, vale começar seu passeio por aqui também.

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Outra parte imperdível do parque é a área temática de Madagascar, com brinquedos, loja e, claro, apresentações e sessões de fotos com os personagens. Vale ficar atento à agenda dessas ações, pois as filas costumam ser grandes, então é bom chegar cedo. Próximo dali fica a entrada do zoológico e também uma área fechada onde aves ficam soltas, permitindo que você veja cada uma delas bem de perto. No caso do Leo, perto até demais; esse verdinho aí deu um rasante na cabeça dele que quase resultou num corte de cabelo express!

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A recomendação é que você tire dois dias para visitar o parque, no mínimo. Existem muitas outras atividades por lá, como pista de kart, uma área toda dedicada ao Velho Oeste, a Terra da Fantasia e outros brinquedos da área mais radical, como o Tchibum e a Big Tower. Como só passamos um dia por lá, ficaram faltando algumas atrações, mas a experiência já foi suficiente para ser inesquecível. Um dia a gente ainda volta para esse mundo mágico…

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